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DragonSlayer: ter ou não ter? Eis a questão.

Na última semana, a Jambô Editora anunciou o lançamento da 29ª edição da única revista de RPG do Brasil, a matadora de dragão, a ilustre DragonSlayer. Apesar de todo esforço da equipe, nas listas, fóruns e rede sociais, ainda observamos muitas críticas e comentários negativos. 



Mas será que hoje, a revista é tão importante assim? Ter ou não ter a DragonSlayer, eis a questão...

Resenha da DragonSlayer 28


Chega de espera! Chega de especulações! Enfim DragonSlayer! Enfim Tormenta!

Resultado do 1º Desafio do Desenho Jambô | Papo de Artista



Com todos os méritos, os vencedores do 1º Desafio do Desenho Jambô | Papo de Artista!

Bem que eu tentei, mas não obtive êxito na promoção da minha amiga Cynthia França. O resultado está disponível no site da Jambô Editora e no site Papo de Artista.

Sobre o vencedor, Lucas Pandolfeli, ganhou o concurso com a arte que está ai em cima. Traço estiloso, que nos remete as ilustrações do saudoso AD&D. Minha aposta era em outro candidato, o Adelson Tavares, que ficou em 3º lugar. A arte do Adelson daria uma senhora capa de qualquer livro de RPG de fantasia.

Agora é esperar a DragonSlayer 28 chegar - talvez seja uma das mais aguardadas! - e torcer para que o livro que o Lucas for convidado a ilustrar tão logo seja divulgado também. Parabenizando novamente a essa ótima iniciativa da Jambô, Papo de Artista, os jurados envolvidos, em revelar novos talentos brasileiros para nosso hobby.

Que mais eventos como este ocorram em breve.

Resenha da DragonSlayer 27


Consegui comprar ontem num shopping aqui de Recife a nova edição da revista. Vamos ao tópico a tópico da Dragon Slayer nº 27!

/ DragonSlayer ataca de Clone Wars



Em outubro será lançada a DragonSlayer 27. Ontem no fórum da Jambô, Guilherme Dei Svaldi disponibilizou a capa, sumário e no espaço da DS dentro do site da própria editora, o editorial também está disponível.



Sumário

• Notícias do Bardo
O bardo revela os bastidores da 
DragonSlayer.

• Encontros Aleatórios
Bônus de chatice +25.

• Reviews
Guia do Mundo dos Reinos de Ferro, A Masmorra da Morte.

• Sir Holland
Cuidado com o que você deseja.

• Toolbox
Temporada de caça à mesmice.

• Mestre da Masmorra
Crie um mundo em menos de sete dias.

• Reinos de Ferro
Qual o Produto Interno Bruto de Cygnar?

• Clone Wars
Darth Vader antes da asma...

• Sidequest
Hora do churrasco de minotauro!

• Gazeta do Reinado
Entrevista com o inimigo.

• G.I. Joe
Esqueçam o Snake-Eyes, legal mesmo é a Baronesa!

• Chefe de Fase
O amor é lindo...

• Fundo do Baú
Bem-vindo ao lixão.

• Retrato Rolado
Alguns desses me dão arrepios.

• As 11 Classes
Cada PJ se vira como pode.


É esperar pra ver amigos. A edição promete.
Acessem o site da Jambô e conheça a seção da DS.

/ Para reflexão: Publicidade no RPG

O assunto de hoje vai além dos dados multifacetados, escudos e livros. Se trata da publicidade no RPG. Como é feita (se é feita) a divulgação de nosso hobby atualmente? Quais os melhores veículos que existem para tal tarefa? Quais os melhores pontos de venda? O que as nossas editoras estão fazendo? Tudo isso a seguir.

Bom, me veio a mente em escrever sobre isso quando assistia a uma partida de futebol, nosso esporte número 1. E como todo RPGista que se preze, sempre analiso muito mais coisas acerca de qualquer assunto (modéstia a nossa parte), me atentei para um fato curioso: onde estão os anúncios e a publicidade do nosso hobby número 1?

Atualmente, existe somente uma revista segmentada do ramo, como meio impresso de publicidade, que é a DragonSlayer, nascida do berço do Trio Tormenta (Cassaro, Saladino e Trevisan - hoje Quinteto Tormenta, com Guilherme Dei Svaldi e Leonel Caldela) e dos irmãos da Mantícora/D20 Saga (Ricardo e Marcelo). Mesma a única revista segmentada que temos o prazer em ler quase não possui anúncios em suas páginas, afinal, publicidade da Jambô não conta né? E mesmo se contasse, seria suficiente? Uma das coisas que eu achei muito interessante no início da própria DS, foi a abertura de um espaço de duas páginas (não me lembro se eram mais) para qualquer editora divulgar seu jogo. Lembro-me bem de um material inicial da Daemon, logo nas primeiras edições da revista. Mas, uma pergunta? O que aconteceu com este espaço? Foi extinto? E o que houve com as demais editoras? Tiveram medo de investir em seus próprios jogos? Algo de errado aconteceu para ambas as coisas acontecerem. A tão aclamada crise que continua a vender D&D 4ª Edição que nem água? Ou a crise que insiste em esgotar o Pathfinder RPG em poucos dias? Um momento. Estamos falando de RPG no Brasil não? E o que D&D 4ª Edição e Pathfinder têm a ver? Simples, eles continuam sendo RPGs. Então porque diabos nenhuma editora nacional (com exceção da sempre presente Jambô, claro)? Essa é uma boa pergunta para o pessoal que produz a DragonSlayer e principalmente para o departamento de marketing da Escala não?

Querem ver outro exemplo? Internet. Todo mundo, ou a maioria do pessoal que joga RPG têm acesso a internet. O que não significa que essa fatia de jogadores são totalmente ativos, no bom sentido da palavra, na rede mundial de computadores. Mas boa parte se utiliza da web para se manter informado, buscar novos jogos e claro, não podemos de deixar de citar aqueles que criam ou mantém sites, portais, fóruns e principalmente blogs de RPGs. Logo depois da reabertura do d3System, vi um campo enorme do cabeçalho do site que até hoje não foi ocupado. Por quê? Já na RedeRPG é tradicional um banner da Moonshadows na entrada do portal vermelho. Isso influencia nas vendas da loja? Com certeza que sim. Mas será que é o melhor site de RPG para se aplicar uma mídia? Talvez não. Pelo menos é o que nos mostra o Rank Cinza e o  Pop Rank de sites e blogs de RPGs. O d3System junto com o Paragons e o .20 lideram os ranks de sites mais visitados do hooby e não possuem anúncios pagos, pelo menos, visivelmente não. O .20 mantém um banner da Jambô, mais por camaradagem e apoio do que questões financeiras ou de negócio mesmo. Sou da época que a gente ganhava jogos para nos divertir: banco imobiliário, detetive, etc. E o teatro de interpretar personagens com números não é assim. RPG é um jogo diferenciado, sim, porém não é um jogo que o pai ou a mãe encontra na sessão de Infantil, por exemplo. Logo, aprendemos desde cedo que precisamos economizar para comprar nosso jogo predileto. Quando crescemos tudo fica mais fácil, com um trabalho, dinheiro seu no fim do mês e o prazer de comprar aquele livro que sempre quisemos comprar. Mas, somos influenciados por alguma mídia? Ou melhor: alguma mídia nos induz a comprar os livros que as editoras querem vender? Acho que não.

Hoje a principal fonte de divulgação do RPG em si é através da internet. Existe uma diversidade tão grande que fica difícil até acompanhar todos os sites e  blogs do gênero. Basta dar uma olhada na nossa lista, aqui mesmo do lado esquerdo da tela. Fora os que ainda não estão lá! Vejo um cooperativismo sem tamanho entre os sites (nem todos), mas hoje existem agregadores, sites amigos, blogs amigos, uma rede gigantesca para a divulgação do jogo em si. Esses sim fazem muito mais do que as próprias editoras. Iniciativas pipocam aqui e acolá, materiais de campanha, reportes de sessões, revistas eletrônicas, a lista é longa. Tudo por intermédio dos próprios jogadores.

Eu bato na tecla que deveriam haver incentivos maiores por parte daqueles que produzem e publicam RPG. Olhem para esse nicho fantástico. Explorem o que tiver de explorar. Uma coisa que gostaria muito de ver numa revista impressa por exemplo seria a premiação de brindes. Aposto que se numa edição onde a DragonsSlayer fizesse um concurso cultural, premiasse os leitores com algum brinde, os mesmo iriam questionar do preço. Pelo contrário! Iriam se recordar da revista para sempre. É uma coisa que marca. Já pensou? "Mande a história do seu personagem de Tormenta (já que é o cenário oficial da revista) e ele poderá ser transformado em miniatura (ou card personalizado) e personagem ícone do novo Tormenta RPG!". Dou todos os meus reles tibares se mesmo o preço da revista por exemplo pular para R$ 19,90, contendo miniaturas oficiais de Tormenta ou qualquer outro brinde que tenha interação dos leitores (ou não), os mesmos irão ficar incoformados simplesmente porque mudou de R$ 14,90 ara R$ 19,90. Havendo um motivo nobre, por que não?

Para iniciar o nicho, divulgo neste blog qualquer site, blog ou banner que se interessar de graça. Sem ônus nenhum. Coisa que já faço com pessoas que fazem o RPG possível por aqui. Quem quiser anunciar por aqui, o espaço está abertíssimo. Para aqueles quem desejarem divulgar seu material também. A regra é simples: é RPG? Então está tudo em casa. Por enquanto é só. Até a próxima reflexão.

/ Resenha da DragonSlayer 26


Resenha da DragonSlayer aqui no PI. também.

A revista foi lançada já há algum tempo, mas só tive a oportunidade de ler esta edição nesta semana. Então, vamos ao tópico a tópico da DS 26:





Para começarmos, a capa. Não comprometeu, acho que até chamou atenção também do público de cinema, com a fonte do nome "Harry Potter" em letras garrafais. A imagem também não tirou o brilho da edição, porém só uma observação: necessitaria mesmo de ter um pedaço do logo da marca da franquia do bruxo por trás dos personagens? Bom, é um detalhe que fiquei me perguntando.
O editorial já havia sido disponibilizado no release que a Jambô Editora colocou em seu site e corrigiram a falha da outra edição onde os títulos das demais matérias estão com cores que contrastam com a cor de fundo do editorial. Visual cada vez mais DB do que DS.
Notícias do Bardo
Homenagem a um mestre das masmorras.

PI: A bela e merecida homenagem é feita ao Mestre Dave Arneson, co-criador do D&D. Merece palmas pelo registro e também pela intenção em nos informar notícias que não vemos em blogs por ai. Quanto as demais notícias não são tão novas assim. Penso que hoje os blogs de RPG cumprem muito bem o papel de informação sobre nosso hobby. Fica até uma dica para o pessoal da Jambô, para nos apresentar notícias de bastidores como a do Dave e se possível extendendo isso ao nosso mercado nacional mesmo, com o Cassaro, Leonel, Saladino, Trevisa e cia.


Encontros Aleatórios
Paladina contra um chato de nível épico!

PI: Como a própria chamada da Jambô descreve, realmente tenho que concordar, está ficando muito chato ficar lendo os correspondentes das cartas ficarem falando dessa crise e de casos bem ou mal sucedidos do nosso hobby aqui no Brasil. Tudo bem, o pessoal não gosta do Telles e por este exato motivo, penso que não se deveria dar tanta atenção para o caso. Mas sinceramente? Preferia o Katabrok e o Tasloi respondendo as cartas/e-mails.  
Afora esse mero detalhe, a tirinha do Leonel Domingos sempre com um humor ótimo e as Falhas Críticas também.


Reviews
D&D 4E: Livro do Jogador, 


PI: Gostei da franqueza do primeiro parágrafo, alertando aqueles que gostam do jogo que a opinião que se seguirira, era e é, uma opinião pessoal do autor, onde o mesmo (Leonel Caldela), inteligentemente convida àqueles que se interessarem em ler e gostar do jogo, que comprem e se divirtam.
Porém, no desenvolvimento do texto algumas coisas que contradizem todo esse discurso de roleplay na veia me chamaram atenção. A primeira coisa foi o fato de afirmar que o jogo impede que um ladrão invada uma fortaleza e seja furtivo, etc, etc. Ora, esse papel de colocar a situação não seria do Mestre do Jogo? Me lembro na época que joguei Vampiro: A Máscara, Trevas, Arkanum e até o próprio D&D quando iniciei a jogar, não sabia de regra alguma, logo me dedicava a ter mais idéias e me prender menos aos detalhes mecânicos, não interferindo de nenhuma forma o desempenho de uma seção. Pelo contrário, nossa mestre era muito inteligente e até burlava alguns fatores de regras para que a cena tomasse um rumo mais real mesmo. E se D&D 4E ainda for um RPG do qual eu conheci e aprendi a jogar, uma coisa é o jogador dizer ou mesmo escolher um "destino", outra é que esse destino seja materializado da exata maneira que o jogador "selecionou". 
Sobre a aparência do livro, realmente é inquestionável a qualidade empregada nas linhas da Wizards. Um detalhe que eu não vi nenhuma citação é que pelo menos pra mim, ficou claro que o livro diminuiu, mas visualmente permaneceu grande, praticamente nos mesmos moldes da edição anterior do jogo. O motivo? O tamanho das fontes. A 4ª edição parece ter enxugado muita coisa para que o livro tivesse uma letra mais agradável de se ler.
A crítica pesada sobre a tradução aguçou o fato que aquele amontoado de belas páginas em papel cuchê brilhoso, ainda é um livro de RPG publicado e por isso merecia uma revisão melhor. Na minha humilde opinião, a 4ª edição não me agradou muito pelo simples fato de ainda não ter jogado a edição 3.0 o suficiente para sentir falta de um jogo novo, como aconteceu na era do AD&D 2ª edição. Só achei desnecessário dedicar 2 páginas da revista para um jogo que públicamente e abertamente já foi informado que não irá estar presente nas páginas da DragonSlayer. Me pareceu um marketing viral, mesmo que não tivesse a intenção, deu essa impressão.
Contra Arsenal.


PI: Pode parecer chover no molhado, mas que livro bom docaralho! Não o li pois tenho pretensão e promessa de jogar a aventura, mas só pelo sinopse e pelas imagens e missões que fiquei sabendo, vale a pena cada centavo. É natural que Contra Arsenal seja um dos melhores títulos da linha Tormenta. Primeiro pelo motivo de combater de frente o maior vilão do cenário e segundo pelo conhecimento dos próprios autores do sistema de regras e flexibilidade delas.


Sir Holland
Arma química não vale.


PI: Sem comentários. Zambi mais uma vez foi muito feliz. 


Toolbox
Vou, mato e volto.


PI: É uma coisa corriqueira que vez ou outra acontece com algum personagem do grupo. Já me deparei em uma situação onde o desafio colocado para os personagens não foi assimilado como planejado e eles terminaram morrendo mesmo. Quando os jogadores perdem o medo do Mestre porque sabem que seus personagens não irão sofrer desse tipo de situação é um verdadeiro perigo. Mas uma dica do fenômeno Caldela. É sem dúvida a jóia dos textos do segmento de RPG.


Mestre da Masmorra
A primeira diretriz do mestre de RPG.


PI: O Brauner está ficando igual a vinho: a cada matéria fica melhor de se ler. Todo RPGista que se preze e leu a obra de Tolkien teve ou tem vontade de escrever alguma coisa mais autoral mesmo, é inegável. E mais ainda quando os mundos ficam pequenos demais para o que você deseja ou estranho demais para o que você quer.


A Máfia sob a Deusa
GTA: Valkaria.


PI: Simplesmente muito bom. Só lendo para saber a qualidade do conteúdo. Mais um ponto explorado de Tormenta que não existia, como nos velhos tempos da Revista Tormenta. Parabéns ao Leonel e ao Guilherme.


Harry Potter
Eu não acredito em bruxos, mas...


PI: Vou ser sincero: não gosto de Harry Potter. Não sou muito fã do cenário e não nutro uma paixão pelo bruxo como muitos que existem Brasil a fora. Mas pelo que li, uma das melhores adaptações de um cenário que já vi na DragonSlayer. Tudo parece estar presente de uma maneira simples de se entender. 


Gazeta do Reinado
Não confie em ninguém.


PI: Mais notícias sobre o avanço das tropas de Tapista. Aguarde novidades sobre esse tema por aqui...


G.I. Joe
Por que todo mundo prefere o Snake-Eyes?


PI: Não sei se foi a melhor ou a pior, mas que poderia ter sido adiada e a revista ter um conto, uma aventura ou um material, diferente de adaptações, poderia. No saldo final, foram duas nesta edição.


Chefe de Fase
Ele disse "I'll be back", não disse?


PI: Achei legal pelo fato da revista estar incorporando o M&M nas suas páginas. Isso dá suporte ao jogo, deixa-o mais conhecido e difundido.


Fundo do Baú
Um jogo para cavalheiros de fino trato.


PI: Nunca li o livro, mas agora bateu a curiosidade...


Retrato Rolado
Ei, os dois primeiros retratos são o desenhista e a esposa dele!


PI: Bom, aqui eu desaprovei em outra resenha. Se colocar essa página e a página do lado esquerdo, não temos nem do que falar. As fotos não são tão utilizáveis assim, seria melhor pegar um bonequinho lego pra representar o personagem no tabuleiro do que as imagens. Tem que se pensar que a DragonSlayer possui páginas caras em relação a outras publicações.


Contra o Mundo
Eu sei que vocês estão me vigiando!


PI: Muito bom o roteiro e o traço da HQ. Mas ainda prefiro uma história que utilize um cenário ou um jogo da Jambô (já que é a responsável pela produção da revista) para familiarização e atualização do mesmo. As HQs também poderiam complementar uma matéria dentro da revista para ilustrar o que o artigo estaria passando.

/ Dragon Slayer 25: Review /

Wow!
Faz um tempinho que a revista foi lançada mas vou fazer um tópico a tópico bem detalhado, com minhas impressões sobre a edição nº25. Como hoje é dia de Dicas & Design, vamos tratar especificamente deste assunto.


Capa
Uma mistura de templates usados em algumas outras revistas estão presentes aqui.
No cabeçalho, a Dragão Brasil utilizou em algumas edições esse formato retangular para separar os artigos. A RPG Master (digamos, uma Athena da Dragão) também seguia esse estilo.
O logo "Dragon Slayer" foi modificado na "gestão Jambô". O contorno do nome, antes branco, agora está preto e o dourado dá um contraste funcional. A tipografia utilizada para a matéria de capa não ficou muito harmoniosa. Ou tenha ficado, já que a matéria trata justamente de um BERSERK!
A ilustração de capa não foi muito feliz na minha humilde opinião. Por isso mesmo me meti a procurar alguma que fosse melhor e levei uma hora pra concluir que os caras encontraram uma boa imagem.

Editorial
Visual idêntico ao da última fase do Trio no comando da Dragão. Sinceramente? Preferia o visual das primeiras Dragon Slayer. Mas o utilizado não comprometeu também. Só acho que a combinação escolhida para os títulos das matérias não encaixou. O marrom num fundo avermelhado não visualiza bem o texto.

Notícias do Bardo
Novamente visual retirado da DB. Simples, humilde e funcional. Sem tirar nem pôr.

Encontros Aleatórios
Será que estamos lendo a Dragão? Nossa! Novamente um visual bem familiar. As cores dos textos dos personagens foi uma sacada ótima.

Reviews
Ué? É Dragon Slayer ou Dragão Brasil? Caramba...

Toolbox
Ah... agora sim. Dragon Slayer com visual de Dragão Brasil.

Mestre da Masmorra
Seguindo o mesmo padrão DB, a seção ficou estranha com o a tipografia usada. Parece a chamada do Domingo Maior da Globo. O gradiente na fonte do título ficou estranha.

Transformers
Hummm... Agora é DS. Visual solto, dinâmico e com imagens fodas! Não sei se são meus olhos, mas os subtítulos dentro do texto da adaptação ficaram desproporcionais.

Fighting Fantasy
Algo diferente nas páginas da revista. Matéria muito bonita. Usando a sutileza e o clima de dungeon da imagem para dar atmosfera ao texto. Show.

Matéria de Capa
Novamente, palmas para a seleção de imagens para Berserk. As fontes estão com tamanho um tanto demasiado, mas sei lá, aqui ficou até elegante. Deve ser por causa do Gatts vai ver...

Gazeta do Reinado
Não do que seria feito um "jornal" ou informativo medieval, mas acredito que peles de animais deveriam ser utilizadas na empreitada. Pode ser uma sugestão pro pessoal. Indo para a tipografia, se assemelha aos jornais que estamos habituados a ver. Com o tempo, a Gazeta ganhou uma linguagem mais próxima de uma gazeta.
Eu me recordei neste momento os jornais do universo de Harry Potter, onde as imagens possuem movimento de acordo com as notícias ali contidas. É lógico que seria impossível de fazer isso com a DS, mas em termos de jogo, acho que a Gazeta poderia contratar um mago ilusionista para passar a mensagem em "tempo real". Já pensou um artoniano, com a Gazeta em mãos, vendo literamente o paladino Mark Silver escrevendo seu relato?

Sidequest
Novamente um visual alá DB, sem comprometer (desculpem, a rima não foi proposital).

Kimaera
Um artigo mais "Caçador de Dragão". Ponto para a edição.

Chefe de Fase
Bem simples, rápida e... útil pra caramba.

Power Up!
Lembra da DS? Pois é... estamos na DB... ops, Dragon Slayer.

Fundo do Baú
Preferia o visual antigo e primário da prórpia DS, com excessão da nota do livro ou título em questão que obviamente teria nota máxima. Mas as informações na antiga caixinha que trazia a nota, nos brindava com algumas informações legais, como número de páginas, formato do livro, etc.

Retrato Rolado
Pra falar a verdade não entendi essa coisa. Mas sei lá... precisando de um NPC, eles estão lá...

HQ
Não gostei muito do desenho. Acho que porque não curto muito robôs e mechas. Cassaro, por que não fazer algum link com a Turma da Mônica Jovem e a DS? Já pensou, Cascão e cia jogando RPG? (esquece, a idéia não foi tão boa...)

Contra-capa
Muito boa. Ponto.

Amanhã tem mais!

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